quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Pois é....




.

E se este texto fosse mais criativo do que você imagina?



Oh

Céus

que falta

de criatividade...

Mas este pode ser nosso segredo...

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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

O tempo passa rápido né?




Desapareci por mil anos. Mas também com a legislação; o ‘trabalho’; as saídas e o meu novo e eventual câncer, fica difícil postar.
Falando nisso, foi só ontem, voltando do aniversário da minha mãe, que eu me dei conta de que eu tenho isso... É estranho pensar assim por que é uma doença tão falada e tão mistificada que parece até imaginária. Agora só faltam duas doenças super graves pro meu histórico médico: Aids e Lúpus!
Credo!
Vou garantir todas as batidas possíveis na madeira!


Tanto tempo sem postar que eu tenho inúmeros comentários a fazer...
Vou me basear no método hermeticamente controlado da Tia Pó: associação livre!


Pois bem...
A última coisa que eu estive ouvindo foi uma tal de Kate Nash. Ela é britânica e tem um sotaque estranho (mais estranho que o próprio sotaque britânico), mas achei interessante.
Marquei duas estrelas pra ela por que eu só ouvi uma música até então, que por sinal o clipe dessa música é totalmente meu estilo!



Falando em “totalmente”: Último filme assistido: “Totalmente Kubrick”. Muito bacana! É uma história real sobre um cara inglês, chamado Alan Conway, que se passa publicamente pelo diretor Stanley Kubrick. Mas eu sou suspeita pra falar por que eu sou tiete do Kubrick.


Pretendo assistir agora um filme chamado “Retratos da Vida” (“Les uns et les autres”)... Do Claude Lelouche. É um filme mais artístico, meio musical... Conta várias histórias passadas na época da Segunda Guerra, intercalando as cenas com números de dança e canto. E o ápice do filme é o Bolero de Ravel!

Estou me sentindo uma pessoa culta falando de filmes e música.
O que me lembra que estou com saudade de uma pessoa!
Saudade de umas e preguiça de outras, né Rúbia?



Mudando de assunto...
Fui a um museu de arte moderna em Inhotim!
Recomendo.
Dentre inúmeras coisas interessantíssimas que eu vi, posso dizer que as mais bacanas foram: uma sala escura que continha uma televisão, nessa televisão havia um vídeo de um Dj discotecando em meio a um palco de guerra. Ele fazia música com os sons das balas e dos fogos de artifício, no meio da chuva. Muito bacana.
Vi também uma obra de três momentos, primeiro uma sala toda vermelha, todos os objetos eram vermelhos. Me lembrou a Rúbia! Depois dessa sala, saíamos em um corredor preto com o chão pintado de vermelho, como se uma tinta tivesse escorrido ali... Depois dessa sala, entravamos em um espaço muito grande e muito escuro, e só enxergávamos um ponto vermelho no fundo. Ao caminhar em direção a esse ponto, a impressão era de que o objeto estava vindo em nossa direção e não o contrário. Enfim, era uma pia, torta. E dela pingava uma tinta... Vermelha! O máximo essa obra!
E o Top do Museu foi uma sala branca, cheia de caixas de som que faziam um círculo dentro da sala. A sala em total silêncio, até você encostar seus ouvidos na caixa de som. A gente escutava umas pessoas conversando bem baixo... Algumas espirravam, outras riam. Quando a gente menos espera, elas param de falar e de repente começam a cantar um canto gregoriano! Foi construído em 1575, para o aniversário da Elizabeth I. Cada caixa de som continha o som da voz de apenas um padre, e o conjunto de todas elas, formavam o canto. Bonito demais!
Indescritível a força que a música tem.



Sabe que as minhas férias não estão tão agitadas quanto às últimas. Porém não acho que isso seja uma característica ruim. É até bom ficar mais quieta às vezes. Dá a impressão de maior descanso. Mas eu já to com saudade de ter aula!
Comprei meu novo caderno reciclado, por que eu detesto caderno de folha branca! Sou uma moçinha ecologicamente correta! =)





“Três pontos”. Por que eu não sei mais o que escrever.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Lavo minhas mãos.





"Eu não vou mudar não



Eu vou ficar são



Mesmo se for só não vou ceder



Deus vai dar aval sim



O mal vai ter fim



E no final assim calado



Eu sei que vou ser coroado rei de mim."









Eu sei que é sempre amor mesmo que alguem esqueça o que passou...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

É, chegou...



Meu Reveillon foi diferente de tudo aquilo que eu imaginei que ele seria.
Chegamos à casa do Fefs já animados, preparamos a comida, e já estávamos em clima de festa muito antes de todos chegarem.
Aos poucos as pessoas foram aparecendo por lá; algumas permaneceram e outras foram embora. Dançamos os hits dos anos 80, dos anos 90, dançamos músicas que eu não dançava desde a minha época de festas de 15 anos, e o ápice da noite foi lembrar de toda a coreografia de Pop, do N’sync, com a Bebeth, a Tia Pó e o Fefs – que mesmo ser ter participado das nossas reuniões pré-adolescentes, estava dançando horrores com a gente.

Um pouco antes da meia noite, Fefs fez uma pergunta intrigante, perguntou o que faltava para cada um de nós fazermos em 2007. Pensei, pensei e cheguei à conclusão de que o que eu realmente queria fazer, eu não faria em 2007, provavelmente consiga em 2008; mas consegui pensar em coisas muito importantes que eu precisaria concluir naquele ano. Então peguei meu celular e liguei para as pessoas marcantes do meu ano. Depois de muita insistência, consegui falar algo muito importante com o Batata; a Rúbia estava sem sinal de celular; agradeci muito a Raquel; eu não tinha o telefone da outra pessoa; e a Luciana atendeu o telefone.....
Tomamos vinho, nos preparamos... Fizemos a contagem regressiva, e à meia noite estávamos todos ali, desejando ao mundo todo um Feliz Ano novo. Comentei com o João que a cada reveillon que se passava, eu me sentia melhor e mais cheia daquele sentimento de felicidade completa. Cheguei a desejar um ótimo 2008 para pessoas que eu nunca imaginaria se não estivesse cheia daquele sentimento. Cheguei até a ter esperanças de que um dia estas pessoas pudessem ser realmente felizes.
Por fim, enquanto algumas pessoas escolhiam os primeiros hits de 2008, outras me acompanhavam ao caminho da ducha. Nos refrescamos, nos libertamos, nos limpamos de muitas coisas... E como se estivéssemos bêbados, falamos coisas bonitas para os outros...
A noite passou, alguns foram dormir... E ao que parece, eu não.

Aconteceram certas coisas ‘arrependíveis’, coisas tais que eu imaginei que pudessem ter estragado a noite e a festa de mais de uma pessoa ali. Mas ao decorrer da manhã, palavras foram faladas, verdades foram ditas e agora eu vejo que o incidente foi mais uma daquelas grandes provas que agente enfrenta como transição de algo importante na nossa vida. Foi a grande prova de que todos os envolvidos teriam que passar para deixar aquele ano pra trás e começar 2008 de alma lavada (como diria o senso comum). Além de ter sido uma das grandes provas de amizade que eu já passei... para ambos os lados.

Me retirei da posição de papel principal e assumi o de coadjuvante por algum tempo.
Tentei dormir, não consegui. Tentei ver o nascer do sol, mas ele não evolui na minha presença. Tentei tomar remédio com chá, mas meus dentes são sensíveis e eu quase precisei de uma pedrinha de gelo com Sensodine. Ficamos conversando sobre os galos e galinhas com a irmã do Fefs.
Pouco depois eu ganhei um abraço importante.
Fizemos um grupo seleto e fomos conversar enquanto os outros dormiam.
Eu e a Tia Pó pegamos nossas trouxas e voltamos pra casa, botando um ponto final na nossa noite de Reveillon. E eu dormi o resto do dia.






E agora eu me preparo ao poucos para a previsão de uma dolorosa injeção.

domingo, 30 de dezembro de 2007

Retrospectivando!




Se existe uma comemoração que eu adoro, é a comemoração do ano novo. Não pela simples transição de um ano ao outro, mas toda a carga de mudança que essa data transmite. E eu adoro mudanças!

Esse ano passou bem rápido... Parece que antes de ontem eu estava esperando minha carona pra Newton, no meu primeiro dia de aula. Parece que semana passada eu entrei naquela sala, sem conhecer quase ninguém. E em uma fração de segundos eu já estou aqui pensando no que escrever na minha retrospectiva...

Meu ano de 2007 foi bem menos agitado que o de 2006, mas não menos importante. Digamos que foi um ano de poucos acontecimentos, porém muito significativos. Um dos típicos anos decisivos da sua vida, que ninguém nota, mas só você sabe o motivo de tamanha importância.
A grande marca deste ano foi o número de pessoas que eu conheci e o número de amizades que eu formei. Conheci pessoas que eu tenho certeza que foram importantíssimas pro meu aproveitamento geral de 2007. Me reaproximei de alguns amigos antigos e mantive a amizade de outros; no entanto, perdi alguns também...

Cirque du Soleil, Ummagumma, Cócegas, Sítios, Festas, Shows, Bares, Churrascos... Pink Floyd, Laranja Mecânica, House, CSI.
Conheci bandas novas; descobri o meu gosto ‘purista’ pelo rock; criei uma paixão incondicional pela França; li coisas novas, aprendi coisas novas... Criei uma meta; aprimorei meus gostos; descobri pessoas; descobri vontades; descobri filmes, músicas, discos, livros...
Enfim, me descobri por um ano...
No próximo eu me descubro de novo!




Sem mais o que escrever, foi um ano bom... Ponto final.



domingo, 23 de dezembro de 2007

Feliz Natal (se essas palavras significam alguma coisa pra você...)




Eu sempre tive certo problema com o Natal. Quando eu era bem pequena, ficava a madrugada do dia 23 acordada, pensando no que a minha mãe teria comprado pra mim de presente. Desde criança, sempre fui muito cética... Nunca acreditei em Papai Noel. Mas o sentimento de ganhar um presente das pessoas que eu amava, era suficiente pra mim naquela época.
Só o fato de reunirmos a família toda, fazer uma grande mesa com toda a comida que agente pudesse colocar, e de depois distribuirmos aquele amontoado de embrulhos, me deixava extasiada. Sempre me afundava nos presentes e nos embrulhos deles, e achava um máximo catalogar todos eles no dia seguinte, me relembrando do momento e do sentimento que eu senti para cada um daqueles presentes, no dia anterior. Tudo muito romântico.
Mas o tempo passou... O tempo voou.
Até que em um dos dezessete 25’s de dezembro que eu já passei, eu notei que a minha avó tinha dado um presente muito melhor e muito mais caro pros meus irmãos; na hora a primeira coisa que me veio à cabeça foi o fato dessa avó nunca ter gostado muito de mim. Fiquei chateada, fiquei com raiva, fiquei com ciúmes. Esse dia foi um grande marco na minha vida, era o dia que eu baseava o meu argumento sobre o quanto a minha avó me odiava, e sempre que alguém me perguntava o motivo, eu trazia esse dia à tona como um dos maiores argumentos da nossa falta de sentimentos mútua. E o que mais me irritou nessa noite foi o fato deu ter ficado tão chateada por causa de um presente, sendo que sempre me falavam que o importante do Natal não eram os presentes, e sim todo o envolvimento da família. Sentir raiva por um presente melhor que o meu, me fez perder toda a empolgação que eu sentia com o evento. Comecei e perceber a hipocrisia daquela data; comecei a perceber as entrelinhas das noites de Natal.
Entendi que ninguém estava ali pelo sentimento de união da família. Meu tio não sabia meu nome, não conversava comigo. Minha avó mal de dava atenção, meu avô estava de mal do mundo. Meu pai tomava todas, dava trabalho, chorava... e eu estava ali, preocupada com os presentes. E onde estava o “espírito de Natal” naquela família?
Simples, esse “espírito” simplesmente não existia.
Aquilo pra mim deixou de ser natal.
E hoje em dia, as pessoas me olham espantadas quando me perguntam sobre o natal e eu digo “Odeio Natal”.
Nos outros 364 dias do ano, eu não me importo com o Natal, mas no dia 25 de dezembro, de todos os anos, eu afirmo “Eu odeio o Natal”.
Mas me ensinaram a pouco que “a hipocrisia é um processo ético”... frase de Millôr Fernandes.




Portanto, em todos os tantos 25’s de dezembro, eu me empenho em dizer com toda a hipocrisia que eu tanto detesto: “FELIZ NATAL”.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

"Tentando não me importar..."


Hoje foi um dia de poucos acontecimentos, porém muito significativos.
Não apenas pelo fato de ter acordado meio dia. Ou de ter almoçado antes mesmo de lavar o rosto. Ou de ter assistido House de camisola.
Mas o fato de certo amigo ter me mandando certa música me fez ficar extremamente impressionada. É aquele tipo de música que persegue a sua vida toda.
Anos atrás, uma outra pessoa tinha me mandado essa música falando que era a minha cara. Hoje chega essa outra pessoa me mandando o clipe dessa música, também falando que é a minha cara. Só aí eu fui reparar no sentido da letra.
Minha música! Meus pensamentos! Meu clipe!
Totalmente minha cara...




Falando nisso...

Passei a prestar atenção em como nossos dias se transformam em uma sucessão de fatos positivos e negativos – acho que usar as palavras felizes e tristes seria equivocado de minha parte. A gente acorda com aquele mau humor; assiste ao nosso programa preferido e fica feliz; toma um remédio com gosto horrível e fica desanimado de novo; ganha uma música de presente e fica saltitante de alegria; vê que certa pessoa x falou com você e você não pode responder, perdendo uma grande oportunidade de conversar com ela... Fica triste; entende que as coisas acontecem da melhor forma possível e fica feliz novamente.




À espera do próximo acontecimento desastroso do meu dia.