
Desapareci por mil anos. Mas também com a legislação; o ‘trabalho’; as saídas e o meu novo e eventual câncer, fica difícil postar.
Falando nisso, foi só ontem, voltando do aniversário da minha mãe, que eu me dei conta de que eu tenho isso... É estranho pensar assim por que é uma doença tão falada e tão mistificada que parece até imaginária. Agora só faltam duas doenças super graves pro meu histórico médico: Aids e Lúpus!
Credo!
Vou garantir todas as batidas possíveis na madeira!
Tanto tempo sem postar que eu tenho inúmeros comentários a fazer...
Vou me basear no método hermeticamente controlado da Tia Pó: associação livre!
Pois bem...
A última coisa que eu estive ouvindo foi uma tal de Kate Nash. Ela é britânica e tem um sotaque estranho (mais estranho que o próprio sotaque britânico), mas achei interessante.
Marquei duas estrelas pra ela por que eu só ouvi uma música até então, que por sinal o clipe dessa música é totalmente meu estilo!
Falando em “totalmente”: Último filme assistido: “Totalmente Kubrick”. Muito bacana! É uma história real sobre um cara inglês, chamado Alan Conway, que se passa publicamente pelo diretor Stanley Kubrick. Mas eu sou suspeita pra falar por que eu sou tiete do Kubrick.
Pretendo assistir agora um filme chamado “Retratos da Vida” (“Les uns et les autres”)... Do Claude Lelouche. É um filme mais artístico, meio musical... Conta várias histórias passadas na época da Segunda Guerra, intercalando as cenas com números de dança e canto. E o ápice do filme é o Bolero de Ravel!
Estou me sentindo uma pessoa culta falando de filmes e música.
O que me lembra que estou com saudade de uma pessoa!
Saudade de umas e preguiça de outras, né Rúbia?
Mudando de assunto...
Fui a um museu de arte moderna em Inhotim!
Recomendo.
Dentre inúmeras coisas interessantíssimas que eu vi, posso dizer que as mais bacanas foram: uma sala escura que continha uma televisão, nessa televisão havia um vídeo de um Dj discotecando em meio a um palco de guerra. Ele fazia música com os sons das balas e dos fogos de artifício, no meio da chuva. Muito bacana.
Vi também uma obra de três momentos, primeiro uma sala toda vermelha, todos os objetos eram vermelhos. Me lembrou a Rúbia! Depois dessa sala, saíamos em um corredor preto com o chão pintado de vermelho, como se uma tinta tivesse escorrido ali... Depois dessa sala, entravamos em um espaço muito grande e muito escuro, e só enxergávamos um ponto vermelho no fundo. Ao caminhar em direção a esse ponto, a impressão era de que o objeto estava vindo em nossa direção e não o contrário. Enfim, era uma pia, torta. E dela pingava uma tinta... Vermelha! O máximo essa obra!
E o Top do Museu foi uma sala branca, cheia de caixas de som que faziam um círculo dentro da sala. A sala em total silêncio, até você encostar seus ouvidos na caixa de som. A gente escutava umas pessoas conversando bem baixo... Algumas espirravam, outras riam. Quando a gente menos espera, elas param de falar e de repente começam a cantar um canto gregoriano! Foi construído em 1575, para o aniversário da Elizabeth I. Cada caixa de som continha o som da voz de apenas um padre, e o conjunto de todas elas, formavam o canto. Bonito demais!
Indescritível a força que a música tem.
Sabe que as minhas férias não estão tão agitadas quanto às últimas. Porém não acho que isso seja uma característica ruim. É até bom ficar mais quieta às vezes. Dá a impressão de maior descanso. Mas eu já to com saudade de ter aula!
Comprei meu novo caderno reciclado, por que eu detesto caderno de folha branca! Sou uma moçinha ecologicamente correta! =)
“Três pontos”. Por que eu não sei mais o que escrever.